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Mostrando postagens com o rótulo 80286

Montando o meu próprio clone do IBM PC/AT #4 – Usando o Windows 2.11

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Nesta postagem demonstro como é usar a segunda versão do Windows em um hardware da época. Confira!

Montando o meu próprio clone do IBM PC/AT #3 – Instalando o Windows 2.11

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Nesta postagem mostrarei o processo de instalação do Windows 2.11/286. Confira!

Montando o meu próprio clone do IBM PC/AT #2 – Usando o Windows 1.04 no modo VGA

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Confira aqui como foi a experiência de usar o Windows 1.04 no 80286 em conjunto com uma placa de vídeo VGA. Românticos tempos!

Montando o meu próprio clone do IBM PC/AT

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Uma das chaves do sucesso do padrão PC é o fato de ser um formato aberto, o que permite que qualquer um faça um clone. Pois bem, decidi fazer o meu próprio clone do clássico PC/AT.

RetroUnboxing e primeiras impressões: coprocessador aritmético Intel 80287XL

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Conheça o lendário coprocessador 80287. E o melhor: na embalagem original!


A propaganda é a alma do negócio

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Sem dúvida os comerciais de TV também são uma boa forma de demonstrar a evolução da humanidade. Assim sendo separei para vocês uma coleção de comerciais antigos que contam de uma forma muitas vezes divertida o passado da tecnologia, sem falar que muitas destas peças jamais foram exibidas nas TVs brasileiras - nos anos 1980 o Brasil era quase como uma Coréia do Norte em certos aspectos. Nesta década cabia principalmente à vênus platinada decidir o que os brasileiros poderiam assistir na TV ou não.
Como aperitivo segue esta peça de publicidade da primeira versão do Windows, onde o Steve Ballmer exibe toda a sua fanfarronice (será que ele nunca teve cabelo? :p):


Nesta primeira leva foram contemplados o AthlonPentium MMX, Pentium clássico, 80486, 80386 (aqui representado pelo Compaq Deskpro 386 e estrelado pelo impagável John Cleese do Monty Python), 80286 (representado pelo IBM PC-AT) e o já citado Windows 1 - rolem até o final das postagens pois os vídeos estão como bônus. Vale lembr…

Acabou de chegar - disco rígido Quantum de 80 MB

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Falando em armazenamento, acabou de chegar este lindo disco rígido Quantum ProDrive ELS de 80 MB. Integrará a montagem do meu novo 80286, baseada no Harris de 16 MHz. Qualquer hora dessas sai! :p

Aliás, este disco é um ancestral distante dos novíssimos Seagate de 10 TB: em 2001 a Quantum foi comprada pela Maxtor, que por sua vez foi comprada pela Seagate em 2006.
Veja também: Ressuscitando um antigo 286 (Parte 1 – Apresentação e componentes)

Ando muito ocupado... (4)

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A belezinha abaixo estava procurando um lar e como tenho coração mole logo a acolhi. Trata-se de uma placa mãe contendo um processador Harris 80286 de 16 MHz com três slots ISA de 16 bits e dois de 8 bits. Linda demais!

Ressuscitando um antigo 286 (Parte 8 – Benchmarks clássicos)

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Assim como fiz com o AMD 80386 DX, o nosso bravo Harris 80286 de 25 MHz também foi submetido à maratona de benchmarks clássicos.  Veja aqui como ele se saiu!

Ressuscitando um antigo 286 (Parte 7 – Montagem definitiva e como instalar uma placa AT em um gabinete ATX)

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Neste mais novo episódio da série sobre o processador 80286, mostrarei todas as etapas da sua montagem definitiva bem como dicas de como instalar uma placa mãe AT em um gabinete ATX, procedimento que em certos casos faz-se necessário pela relativa escassez de gabinetes AT disponíveis a um preço justo. Acompanhe tudo aqui com a riqueza de detalhes de sempre!

Ressuscitando um antigo 286 (Parte 6 – um novo exemplar)

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E não é que a série Ressuscitando um antigo 286 por sua vez também vai ser ressuscitada? Estou retomando o assunto pois obtive um exemplar de processador 80286 e placa mãe especialíssimos. Todos os detalhes aqui!

Apresentando a minha coleção de placas mãe

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Depois de ter compartilhado com os meus queridos leitores as minhas coleções de processadores, módulos (e chips) de memória e de placas de vídeo, chegou a hora de apresentar a vocês a minha pequena coleção de placas mãe. Algumas delas foram minhas e são sobras dos meus upgrades, enquanto que outras me foram doadas ou mesmo adquiridas. Lembro ainda que principalmente no caso das placas mais antigas é realmente difícil identificar o fabricante ou maiores informações, desta forma irei atualizando esta postagem conforme for obtendo maiores detalhes. Façam uma boa viagem pela história dos PCs!

EDIT 03/12/2014: inclusão da placa AMD 80386 DX de 40 MHz.

EDIT 13/10/2015: novo layout, inclusão das placas 8088, 80286 Harris 25 Mhz, 80386 DX 40 Mhz e AsRock G41C-GS (soquete LGA 775).



Restaurando uma relíquia da Reserva de Mercado (Parte 5 - Utilização do PC-XT)

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E não é que o nosso querido, lindo e simpático XT continua me surpreendendo? Depois da adequação do teclado que descrevi na parte anterior, finalmente pude trabalhar mais com ele utilizando softwares e suítes de programação que marcaram época, alguns dos quais com certeza o bravo XT deve ter rodado muito durante a sua "vida útil". Confira todos os detalhes nesta postagem super especial!

A história dos barramentos de expansão do PC (Parte 2 - Barramentos MCA e EISA)

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Na Parte 1 deste especial sobre os barramentos de expansão do padrão PC, fiz uma conceituação teórica sobre o que é um barramento, os recursos de hardware utilizados (tais como os endereços de I/O e os IRQs), o padrão Plug and Play e sobre o primeiro barramento de expansão surgido para os PCs, o ISA. Pois bem, para a sequência desta tema falarei sobre outros dois padrões surgidos principalmente em função da baixa taxa de transferência de dados do ISA: o MCA e o EISA. Como sempre, lhes desejo uma boa leitura!


A história dos barramentos de expansão do PC (Parte 1 - Conceituação e barramento ISA)

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Uma das premissas para a especificação do padrão PC proposto pela a IBM no final dos anos 1970 era oferecer a possibilidade de expansão das suas funcionalidades básicas através de placas adaptadoras, o que permitiu que os PCs tivessem uma grande flexibilidade se comparados a muitos outros computadores pessoais da época. E o que tornou e torna possível esta expansão são os barramentos, que juntamente com o próprio PC foram evoluindo com o passar dos anos. A presente postagem apresentará alguns conceitos que estão associados aos barramentos e abordará o ISA, barramento pioneiro dos PCs. Uma boa leitura!

Vivendo na época da Reserva de Mercado de Informática

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Imagine se de uma hora para outra fosse proibida a importação de eletrônicos e nós tivéssemos que nos contentar com o que é produzido no mercado interno. Algo surreal? Impossível? Hoje em dia pode até parecer, mas isto já aconteceu bem aqui na terra do Cabral e não faz muito tempo!
A popularmente conhecida como Reserva de Mercado de Informática no Brasil foi instituída pela Política Nacional de Informática (PNI) - Lei Federal nº 7.232/84 de 29 de outubro de 1984 (durante o governo do último presidente militar, João Figueiredo) e tinha como objetivo fomentar a indústria tecnológica nacional através da reserva do mercado interno às empresas de capital nacional. Só que, como em (quase) tudo no Brasil, o andar da carruagem não foi bem este... nesta postagem farei uma pesquisa e revisionismo sobre este período peculiar da nossa história. Uma boa leitura!

Apresentando a minha coleção de processadores antigos

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Confiram a minha linda coleção de processadores antigos, alguns dos quais marcaram época! Com modelos, descrições e imagens atualizados.

Atualizado em 07/07/2014: inclusão do processador NEC V20.
29/09/2014: inclusão dos processadores Cyrix 80486 DX4 100 MHz, AMD K5 PR166 e Intel Celeron de 1 GHz.
03/12/2014: inclusão do AMD 80386 DX 40 MHz.
26/02/2015: inclusão do Intel 8088.
13/08/2015: inclusão do Zilog Z80.
13/10/2015: novo layout e inclusão do coprocessador aritmético IIT 4C87DLC-40.
13/02/2017: inclusão do AMD 8088 e do Intel 80486 DX4 100 MHz.
02/05/2017: inclusão do coprocessador Intel 8087.

Ressuscitando um antigo 286 (Parte 5 - Conectando na rede local)

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Sei que muitos de vocês devem estar se perguntando: mas na Parte 4 você não tinha dito que esta seria a última parte sobre o 286? Sim, eu disse! Mas então é algum tipo de pegadinha? Rááá ié ié? Explico: Não é nada disso! É que o nosso simpático 286 me surpreendeu mais uma vez e achei que seria bacana compartilhar com vocês!
Bem, como vocês viram na primeira parte desta saga, eu tinha comigo uma placa de rede ISA genérica do tipo "NE2000 compatível", que foi muito popular nos anos 80 e início dos 90. Pois bem, decidi colocar mãos à obra para fazer o glorioso 286 conectar à minha rede local, a qual era a última fronteira ainda não explorada!

Ressuscitando um antigo 286 (Parte 4 – Instalando o Windows 3.0)

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Saudações amigos leitores! Finalmente chegamos à quarta e última parte sobre o nosso querido 286! Na primeira parte falei sobre os componentes necessários, na segunda mostrei a montagem e na terceira procedi com a instalação do sistema operacional MS-DOS. Pois bem, na presente postagem mostrarei a instalação do ambiente gráfico Windows 3.0 bem como algumas impressões sobre a utilização do equipamento. Vamos lá!
Instalação do Windows 3.0
Como discorri na parte anterior, a minha intenção era instalar o Windows 3.1. Como ele requer 2 MB de RAM e o meu 286 dispõe de apenas 512 KB tive que optar pelo 3.0, mas de qualquer forma não deixa a experiência menos interessante pois a interface gráfica do usuário é praticamente idêntica entre os dois. Para uma melhor operação do Windows, conectei um mouse serial na placa controladora Super I/O.

Ressuscitando um antigo 286 (Parte 3 – Instalando o MS-DOS 6.22)

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Amigos, prosseguindo com a saga do nosso querido 80286, neste post colocarei as minhas experiências com a instalação do sistema operacional principal. Para quem não tenha acompanhado este série, na Parte 1 eu mostrei os componentes necessários para a experiência e na segunda parte abordei a montagem dos mesmos. Recomendo a leitura das partes na ordem correta para uma melhor compreensão do presente texto. Então vamos lá!
Uma baixa importante
Antes de começarmos, infelizmente devo reportar um problema que o sistema apresentou. Depois que finalizei a montagem do 286, percebi que em algumas situações ele congelava, principalmente após o POST (POST é um acrônimo de Power On Self Test, ou seja, é um teste que o próprio equipamento faz nos seus componentes básicos ao ser ligado). Como se trata de um equipamento bastante antigo e sem muita documentação disponível, tive que ir testando os componentes no método da tentativa-e-erro, e acabei por descobrir que dois chips DIP de memória estavam co…