Rebuild #10 – Ryzen First Blood (Parte 1 – Apresentação)

Na derradeira temporada da série Rebuild, mostrarei o retorno triunfal da AMD ao segmento de alto desempenho, na figura do primeiro Ryzen que eu tive. Confira!


O contexto histórico e pessoal

Como vocês puderam acompanhar nas temporadas anteriores da série Rebuild, eu fui um feliz proprietário de processadores AMD desde o K6-III, passando pelo Athlon Thunderbird, Athlon XP e Athlon 64 X2. Porém, a partir do Core 2 Quad Q6600 retornei ao lado azul da força, indo depois para o Core i7 2600K e 3770K no qual permaneci por um bom tempo, pois as novas gerações lançadas em profusão pela Intel traziam ganhos apenas marginais de desempenho sem nenhuma inovação.

O cenário mudou radicalmente com o lançamento do Ryzen em 2017. Pela primeira vez tínhamos um processador para desktops com oito núcleos, coisa que até então somente estava presente nos caros processadores para workstations profissionais e servidores que custavam pequenas fortunas! E o melhor, com uma nova arquitetura revolucionária chamada de Zen, que enterrou de vez a ineficiente Bulldozer com a qual a AMD sofria desde 2011. Mas chega de conversa e vamos à apresentação dos componentes!

Processador – AMD Ryzen 7 1700

Como o tempo passa! Neste mês de maio está fazendo exatamente quatro anos que tenho o meu primeiro Ryzen, que ficará para sempre comigo: não vendo, não dou e não empresto! Detalhes.


Placa-mãe – ASRock X370 Fatal1ty Gaming K4

Assim como o 1700 foi o meu primeiro Ryzen, esta foi a minha primeira placa-mãe AM4. Detalhes


Placa de vídeo – Nvidia GeForce GTX 1070 (Gigabyte Windforce OC)

Na época eu tinha duas delas em SLI (era um louco de pedra...), aqui decidi empregar uma delas de forma simbólica. Detalhes.


RAM – 8 GB Crucial Ballistix Sport DDR4-2400

Menos do que eu tinha na época, são adequados ao projeto. Sem falar que os dissipadores vermelhos combinam perfeitamente com a identidade visual do projeto. Detalhes.


SSD – Toshiba TR200 de 480 GB

Com capacidade adequada para a utilização. Detalhes.


Disco rígido – WD Blue de 1 TB

Para o armazenamento de dados diversos.


Fonte de alimentação – Aerocool KCAS de 600 W

É mais do que suficiente para configuração. Detalhes


Cooler – Alseye Eddy 120RD

Como o watercooler Corsair H100i que usava na época está atualmente alocado no Avenger PC, busquei uma alternativa. Com duas ventoinhas de 120 mm, este modelo é plenamente capaz de resfriar o R7 1700.


Gabinete – T-Dagger Zyra

É um gabinete torre média padrão, com os painéis frontal e lateral de vidro temperado.


Sistema operacional #1 – Ubuntu 20.04 LTS

A meta deste PC será a estabilidade total, assim espero não precisar reinstalar os sistemas operacionais por um bom tempo. Esta versão do Ubuntu terá suporte até 2025.


Sistema operacional #2 – Windows 10 LTSC

O LTSC é como se fosse o “Windows 10 LTS”, pois trata-se de uma versão com mais tempo de suporte voltado para empresas. Este em particular terá suporte pleno até 2024, com o suporte estendido (para correções de segurança apenas) indo até 2029! 😲


Até a próxima parte!

Comentários

  1. Eu sempre usei as versões LTSB/LTSC do Windows 10, aliás acho eles os verdadeiros substitutos do Windows 7, jamais tive problemas com eles e são extremamente estáveis, já que eles ficam numa build X e fornecem atualizações de segurança, igual o W7, é excelente para computadores mais antigos, para quem tem Internet mais lenta ou pra quem precisa de la estabilidade, sem tomar susto com as atualizações e bugs.
    Eu apenas instalo um programa do github para instalar a Microsoft Store (sem apps inclusos, apenas para instalar drives que usam UWP como interface) e Starts Back (menu semelhante ao Windows 7, fica ótimo.
    No mais, parabéns ao seu blog!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Mais lidas da semana

Testando um Bulldozer

Santo Rufus!

Salvando uma placa 286