Rebuild #2: o meu PC dos sonhos em 1998 (Parte 5 – Pentium MMX Super 7 – Benchmarks)

Finalmente o Pentium MMX turbinado foi colocado à prova nos benchmarks. Não perca tempo e confira os resultados!


Antes de prosseguir, recomendo que você abra a página de resultados dos benchmarks em outra janela. Assim fica mais fácil fazer as comparações. 😉

Também vale a pena conferir a primeira parte (onde eu apresento os componentes), a segunda parte (a configuração) e a terceira (o overclock) desta série. Mas vamos nessa!

Norton System Info 6.01

Neste teste o MMX turbinado ficou 19% à frente do normal.


3DBench 1.0

Aqui a diferença foi de 14%, embora mesmo com overclock o MMX continua atrás do 486 DX4-100 neste teste, o que não faz nenhum sentido. Deve ser algum bug/limitação do mesmo com processadores mais modernos e rápidos.


3DBench 1.0c

Diferença de 18% e neste teste os resultados voltaram ao esperado.


Chris´s 3D

Ganho de 19%.


PC-Config 8.20

Aqui o vantagem do MMX turbo foi de 18%.


SpeedSYS 4.78

Novamente o ganho foi de 19%.


Doom (Demo 2)

Este resultado representa cerca de 121 FPS, ou 16% a mais em favor do MMX overclockado.


Doom II (Demo 2)

Foram 143 FPS, 18% a mais.


Super PI 1M

Aqui o ganho foi de 22%, baixando da casa dos dez minutos.


3DMark 99 Max

Os ganhos foram de ótimos 24% no índice geral e de 25% no índice de CPU. Muito bom!


3DMark 2000

Aqui a melhora foi de impressionantes 31%!


WinQuake (Demo 2)

Ótimos 30% a mais.


GLQuake (Demo 2)

Aqui não houve diferença, ficando cravado nos 33,6 FPS em 640 X 480 (refiz o teste três vezes). Com certeza algo está limitando o desempenho, acredito que não seja um possível V-Sync pois o monitor de testes é de 60 Hz.


Enfim, os resultados mostraram ganhos nada desprezíveis. Realmente trocar a placa-mãe por uma Super 7 na época trazia bons resultados também para o Pentium MMX, ao menos para usuários avançados menos temerosos de levar o processador ao limite.

Comentários

  1. O Pentium MMX era um otimo processador para sua epoca, inclusive para overclock.
    Como tenho alguns, pesquisei a respeito, e achei algumas coisas interessantes.
    O MMX passa por um teste de fabrica (não me lembro os detalhes), mas era submerido a um teste rigoroso. Os aprovados, eram marcados como 233 mhz, os que apresentavam uma limitação eram marcados como 200 mhz.
    Algumas “empresas” falsificadoras compravam lotes do 200 e remarcavam como 233, vendendo logico com um bom ganho. Se não me engano a porcentagem que poderia dar problemas era de um para dez. Alguns (200 remarcados) até eram overclocados sem apresentar problemas.
    Depois de um tempo, a Intel mudou o sistema de marcação para evitar falsificações.
    Nota se que esses processadores tinham uma boa margem de segurança.

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    Respostas
    1. Sim, até mesmo pois o 233 MMX custava quase o dobro do que o 200 na época. Lembro-me bem, pelo preço do 233 eu comprei um 200 e a placa-mãe.

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  2. Caramba, um ganho que foi, no mínimo, quase linear com aumento de clock. Isso é impressionante! Empatar com um Pentium Pro 200 MHz, muito mais avançado, é um feito, e fora o custo-benefício. Parabéns pelos testes e por agora ter um MMX tunado que deixa a galera retrô enciumada. O que será que esse bicho não faz numa placa com FSB em 124 MHz não oficiais? Como fala o Máskara: "Que demais!" :D

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