O FIFA 18 e o fotorrealismo dos jogos

Tirei o escorpião do bolso e comprei o FIFA 18 com o pacote da Copa da Rússia. Fazia tempo que eu queria jogar um jogo de futebol e até o momento estou impressionado com os gráficos, realmente bastante caprichados.


O FIFA 18 utiliza a engine Frostbite, a mesma que é empregada nos jogos da série Battlefield, o que explica a boa qualidade dos gráficos:


A única ressalva que eu tenho é que, diferentemente dos Battlefield, o FIFA 18 não tem suporte a mais de uma GPU, seja em SLI, Crossfire ou no DirectX 12. Assim, apenas uma das minhas GeForce GTX 1070 é utilizada durante o jogo, como é possível ver nas informações exibidas pelo MSI Afterburner.


Por outro lado, o jogo roda lisinho como bunda de bebê. Mesmo com apenas uma GPU ativa ele atinge facilmente os 200 FPS durante as partidas (nas animações trava nos 72 FPS), isto em 2560 X 1440 e com os detalhes gráficos no Ultra. A minha configuração completa está aqui.


Pelo que eu tenho visto no YouTube e em diversos portais de jogos, o pessoal que é mais assíduo nos jogos de futebol anda criticando o FIFA 18 pela falta de novidades relevantes em relação às versões anteriores. Quanto à mim, como o meu primeiro jogo de futebol foi o Pelé Soccer do Atari 2600 e os últimos que joguei foram o FIFA 2002 e o Winning Eleven 8 (Pro Evolution Soccer 4), estou achando o máximo.

Pelé Soccer

FIFA 2002

Winning Eleven 8

Os meus objetivos iniciais no FIFA 18 são os seguintes:

  1. Fazer o Uruguai, país que admiro muito, ser novamente campeão de uma Copa do Mundo. Se for em cima do Huezil melhor ainda! 😈
  2. Reparar a injustiça histórica da final da Liga dos Campeões da UEFA deste ano, dado a contusão do Salah e a concussão do goleiro Karius. E como Liverpool é a cidade natal dos Beatles a motivação é ainda maior. Rumo a Tóquio! 😝

Comecei no nível amador e logo já aplicava goleadas. Para ficar mais realista subi para o semipro, vou ver se consigo chegar ao pro, apesar de eu ser um jogador de final de semana.

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