Assim eram os backups no século passado

Se hoje dispomos de dispositivos com alta capacidade de armazenamento e também a nuvem para fazermos o backup nosso de cada dia, nem sempre isso foi assim. Veja como eram feitos os backups de antigamente!


Mexer com mudança é aquele momento em que encontramos coisas que nem nos lembrávamos mais que tínhamos. Um exemplo é o cartucho de fita magnética mostrada na imagem de abertura, que foi muito usado para backups e se parece com uma antiga fita cassete de áudio bombada.

O funcionamento é o mesmo das fitas cassete comuns:


O acesso à mídia magnética é feito por esta abertura:


Conforme a etiqueta que consta no outro lado do cartucho, o último backup feito neste dispositivo foi no dia 15 de agosto de 1990. Wow!


Certamente vocês devem estar se perguntando: qual é a capacidade de armazenamento desta fita? Pelo tamanho não deve ser pouca! Bem, após uma pesquisa pelo modelo descobri que a sua capacidade é de incríveis 60 MB, isso mesmo, megabytes! 😯

E pensar que qualquer pendrive de 20 bozos possui capacidade e taxa de transferência infinitamente superiores… é a vida (e a tecnologia).

Até a próxima!

Comentários

  1. Me fez lembrar quando eu era adolescente e fui na casa do meu amigo e ele me chamou pra ver o computador novo dele.
    Ficava num cômodo nos fundos da casa. Era um computador provavelmente um Z80, conectado numa TV.
    Ele conectou o cassete player e instalou um game de helicóptero. O helicóptero era desenhado por apenas algumas linhas, e tínhamos que controlar sua decolagem e pouso.
    E com tão pouco, era muito divertido!!!
    E inesquecível!

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    1. Provavelmente era um TK80 da Microdigital, que usava como dispositivo de armazenamento fitas cassete de áudio comuns. O gravador/reprodutor das fitas tinha que ser ajustado em um determinado volume, mas que quase sempre dava pau na hora de carregar os softwares.

      Quando isto ocorria era necessário DIGITAR novamente todo o código-fonte do programa ou jogo (o qual geralmente vinha impresso em revistas) diretamente no interpretador BASIC do TK80. Assim todo usuário também virava um pouco programador, outros tempos!

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  2. Meus backups, dos anos 90 até 2005, eram feitos em disquetes 3 1/2! Eu guardei duas caixas deles só por lembrança mesmo, mas achava essas mídias horríveis (tanto em espaço de armazenamento quanto durabilidade). Meu sonho de consumo nessa época era ter os "disquetes" da Iomega com capacidade de 200MB, porém o leitor e as mídias eram bem caros... Em 2006 comprei meu primeiro gravador de CD e passei a fazer backup em CDs-R e RW, graças a eles ainda tenho dados de mais de 15 anos atrás. Pouco tempo depois comprei gravador de DVD e também usava essas mídias... Felizmente hoje em dia temos opções melhores (pendrives e HDS externos) além da nuvem e de ainda estar disponíveis CDs e DVDs!

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    1. Eu também usei disquetes de 1,44 MB até 2000, quando comprei um Zipdrive de 100 MB IDE (que era bem mais rápido do que o modelo para a porta paralela - tenho ele até hoje!) para manter backups principalmente do meu TCC que estava fazendo. Nesta época gravadores de CD ainda custavam pequenas fortunas.

      Quando o preço finalmente caiu lá por 2002 comprei um gravador de CD-RW e movi os meus backups para mídias ópticas. Em 2005 comprei uma gaveta adaptadora de 3.5" USB 2.0 - IDE e passei a manter os backups em discos rígidos convencionais, era uma forma rudimentar dos modernos discos externos que temos hoje.

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  3. Disquetes são usados ainda hoje?

    https://www.tecmundo.com.br/mercado/227498-japao-luta-eliminar-uso-disquetes-orgaos-governo.htm

    Parece que sim! E não em museus de informatica.

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    1. Caramba, até tu Japão? rsrsrsrs

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    2. Se precisar de floppy drive ou diskette é só encomendar do Japão! Novinho!!! Kkkk

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  4. Essa é do tempo do DOS. O cidadão foi orientado pela área de TI sobre backup em múltiplos disquetes (onde se compactava os arquivos com o PKZip e depois usava o comando BACKUP do DOS), ouvindo que seria necessário mais de um disquete para fazer a cópia, devido ao volume de dados. Dois dias depois, a pessoa do TI ligou para o usuário, perguntando como estava indo a rotina de backup. E ele: "olha, consegui colocar um disquete sem problemas. Na hora de colocar o segundo foi um sacrifício, e já vou dizendo: não cabem três, não!"

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