Nvidia anuncia o DLSS 2.0

Nova geração do recurso DLSS da Nvidia está disponível. Tecnologia usa recursos de Inteligência Artificial suportados pelos Tensor Cores das GeForce RTX para tentar melhorar o desempenho e qualidade de imagem dos jogos compatíveis. Veja o que muda.


Segundo a Nvidia, o DLSS 2.0 não procura apenas melhorar a taxa de quadros por segundo como fazia a primeira versão do recurso, mas agora também o ganho em desempenho será acompanhado por melhorias na qualidade visual. Isto seria possível por um uso mais otimizado dos Tensor Cores, com algoritmos de IA aprimorados.

O DLSS 2.0 traz três modos de ajuste para a qualidade de imagem: maior qualidade, balanceado e maior desempenho. O último modo poderá até dobrar a taxa de quadros por segundo, sempre segundo a Nvidia.


A lista de jogos com suporte ao DLSS 2.0 ainda é tímida: contém apenas os títulos Control, Deliver Us The Moon, MechWarrior 5: Mercenaries e Wolfenstein: Youngblood, mas a Nvidia (novamente) promete que esta nova versão é bem mais fácil de ser implementada nos jogos, assim espera-se que mais títulos compatíveis sejam anunciados em breve.

Enfim, só o tempo dirá se as promessas da Nvidia se tornarão realidade ou não. Particularmente espero que o DLSS 2.0 realmente diga a que veio, pois ando usando a minha RTX 2080 Ti muito menos do que eu gostaria, e pensando seriamente em partir para os consoles da nova geração. Que se dane a PC Master Race! 😮

Comentários

  1. Já temos alguns detalhes das especificações do Xbox Series X e PlayStation 5. Bastante similares, porém o PS5 tem uma GPU com menos CUs, porém com frequência maior (e variável). Já o Xbox possui mais CUs com frequência menor (fixa).

    A melhor analogia que vi em algum lugar do YouTube é que o Xbox Series X é um carro com motor V8, enquanto o PS5 com V6 turbo.

    Talvez a abordagem da Sony permita baixar o custo do console, com um sistema de refrigeração menor, levando em conta que tanto CPU quanto GPU operam com frequência variável (no Xbox ambas são fixas). A variação é diferente do que estamos acostumados a ver no desktop: a referência não é a temperatura do silício; é o grau de *utilização* que determina-a. Assim os resultados são determinísticos, independentemente da temperatura ambiente.

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    1. Muito obrigado pelo complemento. A próxima geração de consoles de fato está muito promissora.

      Um ponto positivo ao meu ver é a retrocompatibilidade, principalmente para quem como eu pulou a geração do XOne e do PS4: vão ter muitos clássicos que nunca saíram no PC para jogar. Antes tarde do que nunca.

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