Pular para o conteúdo principal

Blackbox Free 2026

Veja como está a edição de 2026 do meu PC de trabalho, cuja principal mudança foi a troca da placa-mãe.

Blackbox Free 2026

Como sempre, iniciamos com o processador instalado no soquete.


Aqui já no gabinete com as memórias (64 GB Corsair Vengeance LPX DDR4-3000), os SSDs Kingston (um Fury de 500 GB e um NV2 de 1 TB, ambos PCIE 4.0) e o bloco do watercooler instalados.


Troca da placa-mãe concluída! Alguns dos componentes são os mais longevos que eu já usei no PC principal, tais como o watercooler Corsair H100i (em uso desde 2015), a placa de vídeo AMD Radeon RX 590 (2019), o processador AMD Ryzen 9 3950X (2021), o gabinete Corsair Carbide Air 540 (2019) e o par de discos rígidos Seagate Barracuda de 3 TB em RAID 0 (2018). Não sinto qualquer necessidade de upgrade, é um conjunto que me atende perfeitamente.

Sei que discos mecânicos com mais de cinco anos de uso não são lá muito confiáveis. Eu pretendia trocá-los por dois SSDs de 2 TB, mas com a loucura dos preços atuais isso terá que esperar. Até lá é torcer para os discos não darem problema, porém fico tranquilo pois todos os meus arquivos estão no Dropbox e são atualizados automaticamente com controle de versões, e também faço periodicamente backups offline.


O frontal é discreto, trazendo apenas a gaveta para discos que uso para os backups offline. Sim, apenas quando fui editar a imagem vi que esqueci de tirar o pó de cima do gabinete, imperdoável! 😬


Este é a interface do firmware da placa-mãe ASRock Phantom Gaming 4S.


Na minha opinião não há qualquer necessidade de aumentar a frequência do processador, a principal configuração aqui é apenas ativar o perfil XMP dos módulos de memória. Até recentemente eu os usava com um leve overclock para 3200 MHz (mais pelo meu ego, pois na prática não há diferença de desempenho além de benchmarks sintéticos), mas resolvi voltar à configuração padrão pois não quero correr riscos desnecessários com a insanidade dos preços atuais – imagina o quanto custaria um kit de 64 GB hoje em dia? 😱

Verdade seja dita, até hoje nunca danifiquei nenhum módulo de memória por overclock mesmo aumentando a tensão de alimentação, mas não podemos nos esquecer que o velho Murphy pode sempre aparecer nas horas mais indesejadas.


Demais configurações do firmware.



Quanto ao sistema operacional continuo com o Debian 13, porém mudei do KDE para o Gnome 48. Esta é a minha nova área de trabalho (clique para ampliar a imagem).



Mudei para o Gnome por um simples motivo: o acesso remoto. Muitas vezes eu preciso acessar a área de trabalho deste PC via RDP a partir de um notebook com Windows, algo que nunca consegui fazer funcionar no KDE mesmo após horas de tentativas frustradas. No Gnome foi apenas ativar o compartilhamento nas configurações e correr para o abraço.


Mas como nada é perfeito, ao menos para mim o Gnome só fica utilizável com algumas extensões instaladas. Estas são as que eu uso: 

  • AppIndicator mostra ícones dos aplicativos na barra superior da interface (é uma dependência para o Dropbox funcionar corretamente);
  • Dash to Dock cria o dock flutuante com os aplicativos fixados; 
  • Updates Indicator notifica quando atualizações estão disponíveis e permite as instalar (por padrão o Debian usa a loja de aplicativos do Gnome para também gerenciar as atualizações, tarefa para a qual é bem limitada); 
  • DING mostra ícones na área de trabalho, algo que qualquer interface gráfica lançada desde a década de 1990 faz, exceto o Gnome puro. 😲


Por hoje é só, pessoal. Até a próxima!

Comentários