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XPCBox 2026 #4

Decidi transformar o meu PC de jogos quase em um console, o que demandou atualizações pontuais nele.

XPCBox 2026 #4

Esta atualização acabou sendo um retorno às origens deste projeto, com a volta da utilização do gabinete T-Dagger Zyra e o cooler Alseye Eddy 120RD, que possui um grande dissipador de calor e duas ventoinhas de 120 mm, assim como este PC era no início de 2024.


Os demais componentes continuam os mesmos.


A mudança foi necessária pois o XPCBox agora será o meu "console" e ficará permanentemente na sala de TV, e dentre todos os meus gabinetes este T-Dagger foi o único que coube no espaço disponível. A motivação para isto foi a recente aquisição de uma TV Philips de 75” 4K: ao invés de pagar uma pequena fortuna por um console capaz de lidar com tal resolução resolvi recorrer ao que eu já tenho.


Como o XPCBox não será mais usado exclusivamente por mim o deixei apenas com o Windows 11 no SSD Kingston NV2 de 2 TB. Para pessoas normais, camadas de compatibilidade como o Proton e dual boot para jogos incompatíveis são aspectos complexos demais quando a intenção é apenas se divertir. Na "função console" este PC será muito mais utilizado, sem falar que pretendo montar outros projetos de PCs com Linux.


Para tentar passar um pouco melhor a sensação de jogar na telona preferi fotografar a própria tela ao invés de fazer capturas. Digo uma coisa: ao menos para mim, jogar em uma TV grande 4K a 60 FPS deitadão no sofá está sendo uma experiência muito, mas muito mais agradável do que ficar com o nariz colado em um monitor pequeno a trocentos quadros por segundo. Tanto que me fez redescobrir o prazer de jogar títulos modernos (não raramente este PC ficava semanas sem sequer ser ligado, tamanho o desânimo que eu estava).


Como a TV é de 60 Hz, o negócio é deixar a taxa de quadros por segundo sempre o mais próximo dos 60. Acima disto ocorre o chamado screen tearing, o que numa tela grande é bem desconfortável visualmente (neste caso o V-Sync é seu amigo!). De um modo geral a GeForce RTX 2080 Ti mostra que ainda tem lenha para queimar mesmo em 4K, principalmente se usar as tecnologias Nvidia DLSS ou AMD FSR, dependendo do jogo. Aqui temos o GTA V Enhanced rodando com tudo no talo (inclusive com Ray Tracing) e o FSR ativado, gerando uma ótima qualidade gráfica.


No Resident Evil 4 temos resultado semelhante usando o DLSS (também com Ray Tracing ativo). Se o recurso está disponível e gera um impacto visual mínimo, por que não usá-lo?


Na maior parte do tempo os jogos rodam cravados nos 60 quadros, mas em cenas mais pesadas (como em ambientes abertos) ocorrem quedas pontuais, porém nada que prejudique a diversão. Temos que dar um desconto, afinal a RTX 2080 Ti foi lançada no já longínquo ano de 2018.


Por fim, ainda não defini como farei para jogar títulos de tiro em primeira pessoa. No meu antigo Xbox 360 eu zerei vários Call Of Duty com o joystick mesmo, mas aqui talvez uma mesa portátil para notebooks (também conhecidas como "mesas de colo") possa resolver o problema do apoio ao mouse e teclado.

Por hoje é só, pessoal. Até a próxima!

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