Sim, eu resolvi fazer a travessia e usar Linux também no meu PC de jogos. Na segunda parte sobre a versão 2026 do XPCBox confira a instalação do Ubuntu 26.04 LTS, a distribuição escolhida para tão nobre missão.
Ao iniciar o PC a partir da mídia de instalação (gerei um pendrive a partir da ISO no meu PC principal com Debian 13, mas o mesmo também pode ser criado no Windows com o Rufus), as primeiras opções são as do idioma e leiaute do teclado. As imagens foram capturadas em 1080p, então clique nas mesmas para ampliar.
É recomendável fazer a instalação conectado, pois o instalador já baixa atualizações e drivers.
Prosseguimos com a instalação tradicional.
Optei pela instalação completa.
Se você tem uma GPU Nvidia é recomendável marcar a opção para instalar os drivers. Já o suporte a formatos de mídia sempre é bem-vindo.
Escolha do fuso horário.
Chegamos ao particionamento do disco. A minha ideia aqui foi deixar ambos os sistemas independentes, cada um no seu próprio SSD, com o boot sendo escolhido no setup da placa-mãe.
Sim, eu sei que dá para usar um srquivo para o swap, mas como sou xiita ainda prefiro usar uma partição dedicada. 😂
Definindo o nome da máquina, do usuário e a senha.
Antes de iniciar a instalação e escrever as mudanças no(s) disco(s), o utilitário mostra um sumário das escolhas.
Agora é só aguardar a cópia dos arquivos para concluir a instalação.
Como cada sistema operacional (e os respectivos gerenciadores de boot) ficaram em SSDs distintos, a seleção de prioridade e de qual sistema iniciar é feita no setup da placa-mãe. Eu acho melhor assim, pois se for necessário reinstalar algum deles o outro não é alterado.
Por hoje é só, pessoal. Na próxima parte mostrarei a configuração e uso do Ubuntu 26.04 LTS. Até lá!














O que tem afastado muitos usuários do Ubuntu nos últimos anos (inclusive eu) é a insistência da Canonical em relação aos snaps como padrão ao invés dos flatpaks! Você já testou o Fedora ou o Bazzite como sistema principal em PC gamer?
ResponderExcluirPior que eu gosto do Ubuntu, para mim ele ainda tem a melhor implementação do Gnome. Claro que a divisão entre snaps e flatpaks não seria o desejável em termos de padronização, mas por outro lado acho melhor ter o software disponível (seja em flatpak, snap ou deb) do que não ter.
ExcluirDando uma de advogado do diabo, a Canonical possui uma forte presença no mercado corporativo onde os snaps são muito bem aceitos, assim realmente não faria muito sentido usar formatos de empacotamento diferentes para cada nicho de mercado. Ainda mais considerando que há mais softwares disponíveis em snaps do que em flatpaks (ao menos da última vez que pesquisei), e as versões flatpak de muitos deles são conversões dos snaps, como é o caso do Spotify por exemplo.
Enfim, viva a liberdade do mundo Linux! :-)
Usei muito o Ubuntu entre 2006-2012, no tempo que tudo era mato, o Ubuntu era o único Linux que era fácil de mexer, configurar e que tinha amplo suporte.
ResponderExcluirPorem tudo começou a desandar quando mudaram pro Unity pra mim, depois de 2012, passei a usar variantes do Ubuntu, como Xubuntu e Lubuntu, mas troquei pro Linux Mint de vez, além de ser um sistema mais Windows like, tanto em aparência e usabilidade, acho bem difícil já em 2012 uma pessoa que usava Windows, ter dificuldade de usar o Mint.
Hoje em dia uso o Zorin, pra mim hoje ele é o que o Ubuntu era nos anos 2000 e o Mint nos anos 2010, alem de ter um dos visuais mais bonitos entre todas as distros, até mais bonito que o próprio Windows 11, conseguiu bifurcar o estilo visual do Windows 11 e Mac OS perfeitamente
É isso o que mais me fascina no mundo Linux, as possibilidades quase ilimitadas de escolha.
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