A hora mais sinistra

Grandes nações são feitas por grandes líderes. Winston Churchill talvez seja o maior exemplo disto.



O canal do YouTube Hoje na Segunda Guerra Mundial faz um papel belíssimo em trazer temas pouco conhecidos do grande conflito. Recentemente o canal publicou o vídeo Darkest Hour, que mostra o momento delicado pelo qual passou a Inglaterra após a queda da França. Assistam, vale muito a pena. São apenas dez minutinhos. 😉


Esta história eu já conhecia, porém o vídeo a conta com extremo bom gosto e emoção. E é isto mesmo: Hitler tinha tudo para liquidar a fatura na Europa ocidental ainda na metade de 1940, mas não contava com a astúcia de Churchill que soube segurar a pressão dos políticos bundas moles derrotistas ingleses e franceses, além de organizar a muitíssimo bem-sucedida evacuação de Dunquerque. Sem falar do seu exímio talento motivacional, que elevou a moral de toda uma população após a dolorosa derrota na França.

Se Churchill não tivesse segurado as pontas e consequentemente a Inglaterra não tivesse encarado sozinha a sinistra Alemanha nazista de junho de 1940 até dezembro de 1941 (quando os EUA oficialmente entraram na guerra, após Pearl Harbour), o mundo como o conhecemos hoje seria completamente diferente e certamente muito pior. Churchill foi o homem certo na hora certa.

São os grandes líderes que forjam as grandes nações. Enquanto a Inglaterra até hoje orgulha-se de Churchill, aqui aquele que dizem ser o “líder do povo” é um réu condenado, acumula ações na justiça e ainda quer ser presidente. Pobres de nós.

Comentários

  1. Se Churchill fosse um governante Brasileiro, provavelmente seria assassinado.
    O esquema de se perpetuar no poder arquitetado pelo barbudo e sua turma há uns vinte anos ou pouco mais, é muito maior do que se imagina, existindo muito mais coisas que os simples mortais eleitores nem imaginam.
    Com a ganância de se perpetuarem no poder, sabem que é vantajoso manter a população na pobreza e na ignorancia, com a promessa de dias melhores tendo como custo apenas a distribuição de migalhas.
    Para seu plano funcionar, precisaram comprar seus opositores, fazer a cabeça dos professores, pseudo intelectuais e da igreja, ou seja, pessoas de influência na sociedade, incutindo neles o sonho de uma sociedade utópica, totalmente fora da realidade, mas que mostrava uma solução para toda a forma de pobreza, valorizando a igualdade de direitos até onde não há direitos, não importando as obrigações, a moral e os deveres.
    Valorizar a pobreza e a ignorância, e criminalizar a riqueza. Chegaram até a mudar o nome de favela para comunidade!
    Era também importante quebrar os pilares da familia, educação e trabalho, pois só assim teriam o controle absoluto.
    Observe hoje como a sociedade brasileira está “emburrecida” e sofrendo de uma completa inversão de valores.
    O que me preocupa, é que comparo agora, tanto a cultura quanto a economia de um país com uma enorme roda de pedra que deve ser levada montanha acima. Estávamos todos empurrando essa roda desde muito tempo, mas a partir do momento em que a largamos, ela começa a descer e acelerar, e devido a sua inércia, será difícil pará-la e levá-la pra cima novamente. Serão necessários muitos e muitos anos.

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    1. E tudo pode piorar: esse povo iludido pelas migalhas ainda pode recolocar o dito cujo no poder este ano. E aí meu amigo, seremos uma Venezuela continental. Sem falar que será terrível para a já combalida imagem do país ter um réu condenado como presidente.

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    2. Na verdade esse plano diabolico abrange toda a America Latina e tendo como um dos quarteis generais o foro de São Paulo.
      Veja como os paises da América do Sul cairam para a esquerda.

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    3. Se voce me permite um último comentario, pela razão de estarmos falando sobre a situação politica do Brasil, agora em época de eleição, e como voce tem um grande conhecimento tecnológico na area de informática, acho que seria interessante um artigo falando sobre a segurança das urnas eletrônicas.
      Pessoalmente não as acho seguras, e como muitos dizem, se fossem, os EUA já a usariam há muito tempo.
      Vai aí a sugestão!

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    4. Também não acho que sejam seguras. Mas não tenho como escrever um artigo sobre a segurança das mesmas sem um profundo conhecimento de causa, visto que a validação delas pelo TSE é feito a portas fechadas por um grupo de supostos auditores escolhidos a dedo, e sem a divulgação de quaisquer detalhes técnicos.

      De qualquer modo apenas o fato delas não imprimirem os comprovantes de votação já é uma completa aberração.

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